Nelsinho cumpriu papel estratégico para acordo Mercosul-UE

Este acordo não é apenas desejável, é necessário. É a chave para dinamizar nossa economia, gerar empregos, atrair os investimentos, diversificar a pauta exportadora e fortalecer as micros, pequenas e médias empresas”. (Nelsinho)

De políticos a empresários, a construção do exitoso desfecho reúne vários protagonistas, entre eles um sul-mato-grossense, o senador Nelsinho Trad (PSD), médico nascido em Campo Grande.

Presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado (CRE) pela segunda vez, ele operou intensamente para destravar os obstáculos ao alinhamento político, social e econômico do bloco latino-americano.

Logo que assumiu a Comissão, em 2019, seu primeiro ano de mandato, ele plantou as sementes e procurou somar forças pelo desenvolvimento destas nações, alicerçado por economias mais fortes.

Dentro do seu quadrado parlamentar, Nelsinho perfilou entre as autoridades dos dois continentes na busca de soluções para remover as barreiras alfandegárias e criar condições para que todos os países fossem beneficiados.

O diálogo venceu. No dia 06 de dezembro de 2025, a 65ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em Montevidéu, anunciou o acordo.

Nelsinho Trad: “É a chave para dinamizar nossa economia” 

Nem mesmo a resistência de países que recorreram da decisão foi capaz de deter o avanço do diálogo. E no último dia 04 de março, por unanimidade, o Senado brasileiro aprovou o Acordo Provisório. “Momento histórico para o Brasil”, enfatiza Nelsinho. “Este acordo não é apenas desejável, é necessário. É a chave para dinamizar nossa economia, gerar empregos, atrair os investimentos, diversificar a pauta exportadora e fortalecer as micros, pequenas e médias empresas”.

 Repercussão
Das diversas fontes envolvidas na engenharia que garantiu o tratado as manifestações reconhecem a dimensão positiva da conquista e o papel cumprido por Nelsinho e demais protagonistas.

Do Palácio do Planalto, os aplausos do presidente Lula se somam ao que expressou seu líder no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP): a ratificação do acordo abre mercados para setores como o agronegócio e relocaliza o Brasil em um mundo que está se transformando.

Eduardo Riedel: “Aumenta a competitividade do agro”. (Foto: Saul Schramm).

O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), diz: “O tratado é decisivo para aumentar a competitividade do agronegócio e atrair investimentos europeus”. Ele projeta o PIB estadual crescendo em até 3%, antecipando o interesse europeu em parcerias, especialmente na transformação de produtos.

Reinaldo Azambuja: “O agro e outras vocações fortalecidos”. (Foto: Redes Sociais).

O ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) é igualmente otimista: “Com um Estado mais competitivo, o agronegócio e demais vocações serão potencializados, conquistando novos mercados”.

O deputado estadual Gerson Claro (PP) antevê um novo ciclo de grandes oportunidades, reforçado pelos impactos saudáveis do acordo nas fontes de negócios da economia local, entre elas a Rota Bioceânica.

A Associação dos criadores de MS “Acrissul” salientou que o tratado cria um dos maiores mercados mundiais de livre comércio, envolvendo 718 milhões de habitantes e um PIB conjunto superior a US$ 22 trilhões.

A senadora Tereza Cristina (PP), relatora do acordo aprovado pelo Senado, pontua: “O acordo não é perfeito, envolve concessões dos dois blocos, mas é necessário, benéfico para o Brasil”.

Para Nelsinho, abre-se a oportunidade para o Brasil ingressar na primeira divisão da economia internacional. “É estratégico, pois cria novas cadeias de valor, projeta a imagem de um país aberto, responsável e inovador, com acesso mais ágil e resolutivo aos mercados.

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