
A vereadora Cleia virou alvo porque se recusa a dobrar a espinha. Os ataques que sofre — de todas as formas possíveis e imagináveis — não têm origem em erro, desvio ou incoerência, mas exatamente no oposto: ela não participa de conluio, não se submete a acordos de bastidor e não integra o grupo do prefeito.
Em um ambiente político onde a conveniência costuma valer mais do que a verdade, Cleia incomoda por ser autêntica, leal aos próprios princípios e fiel ao mandato que recebeu da população. Sua postura independente expõe quem prefere o silêncio cúmplice e revela o incômodo daqueles que só toleram vereadores obedientes.
Atacar Cleia é tentar intimidar quem não negocia a consciência. É a reação típica de quem confunde poder com controle e não aceita a existência de vozes livres. Mas quem sustenta a verdade não se curva — e quem governa com medo da crítica sempre reage com agressão.
Cleia segue sendo o que sempre foi: verdadeira, coerente e do lado certo da história. E é exatamente por isso que tentam atacá-la.