Rose desmonta acusações e expõe realidade que prefeita ignora

A fala de Rose Modesto ecoou com força porque veio carregada não apenas de indignação, mas de fatos. Fatos que a gestão Adriane Lopes tenta encobrir com cortinas de fumaça, narrativas frágeis e acusações sem prova. Ao afirmar publicamente que não contratou ninguém, não mobilizou protesto e não participou de qualquer articulação relacionada ao episódio ocorrido no evento natalino, Rose fez aquilo que sempre caracterizou sua trajetória política, que é falar a verdade, com firmeza e transparência. Diante da tentativa da prefeita de terceirizar responsabilidades, Rose reagiu com a postura que se espera de quem constrói sua imagem com trabalho, não com discursos improvisados.

Rose deixou claro que buscará a Justiça. Vai exigir retratação e ressarcimento moral, como é de direito. E sua decisão não é sobre vaidade. É sobre enfrentar a prática recorrente da atual prefeita de transformar suas falhas administrativas em ataques pessoais contra quem ousa discordar. A gestão Adriane Lopes completou quatro anos. Quatro longos anos, como a própria Rose pontuou. E, mesmo com todo esse tempo, Campo Grande não recebeu as melhorias prometidas. Recebeu, sim, a maior rejeição já registrada por uma prefeita na capital.

As críticas de Rose não nasceram do nada. Elas refletem a vivência diária de milhares de campo-grandenses. A cidade enfrenta os mesmos problemas de anos atrás, agravados por cortes sucessivos e pela falta de comando. A saúde vive em colapso. Faltam medicamentos, insumos básicos, dietas e fraldas para crianças com necessidades especiais. A fila das creches nunca andou. O servidor público amarga reduções, mudanças unilaterais e silêncio sobre a previdência municipal, que inexplicavelmente viu um milhão e meio de reais parar no escândalo do Banco Master.

Rose defendeu as mães atípicas, abandonadas por uma gestão que se recusa a enxergar a realidade. Defendeu os trabalhadores da saúde que lidam com cortes e precarização. Defendeu as famílias atingidas pelas enchentes e que continuam sem resposta. Defendeu os moradores de bairros esquecidos, que convivem com ruas destruídas, buracos, obras inacabadas e risco constante de acidentes. Foi a voz que lembrou aquilo que a prefeita tenta esconder a qualquer custo. A cidade protesta porque a cidade sofre.

As denúncias que atormentam a gestão Adriane não são invenção da oposição. São fruto de investigações, reportagens, vídeos, documentos e da própria experiência dos campo-grandenses. O sumiço de 156 milhões da saúde no ano passado continua sem explicação. O desvio de verbas entre secretarias virou notícia nacional. A folha secreta com supersalários de aliados segue sem detalhamento. Os gastos milionários com enfeites e eventos de Natal contrastam com um município que não tem verba nem para o essencial.

Rose Modesto, ao contrário do que tenta insinuar a prefeita, tem postura pública e responsabilidade. Não precisa de ataques pessoais para se destacar. Tem trabalho, reputação e história. E foi exatamente por isso que ela fez o que muitos têm medo de fazer e escancarou a incoerência da gestão. Adriane gasta tempo

culpando adversários enquanto a cidade pede socorro. Finge surpresa com protestos diários, mas não enfrenta a causa deles. Diz que vai investir meio bilhão em parques enquanto não consegue entregar sequer o mínimo.

Ao responder, Rose deixou claro que a cidade está cansada de promessas, de maquiagem administrativa e de políticas conduzidas com improviso. Campo Grande precisa de solução, não de desculpas. De liderança, não de vitimismo. De trabalho, não de teatro. E é impossível avançar quando a prefeita se recusa a sair do conforto do gabinete climatizado para enfrentar o que ela mesma provocou.

Rose Modesto terminou seu pronunciamento com um recado direto e necessário. Para governar é preciso olhar nos olhos da população, sentir a cidade, caminhar pelas ruas e encarar os problemas de frente. Não se governa escondendo falhas. Não se governa acusando terceiros. Não se governa criando inimigos imaginários. Governar exige coragem, e coragem exige verdade.

Enquanto Adriane foge das responsabilidades, Rose assume a defesa dos campo-grandenses que não têm mais a quem recorrer. Em um momento crítico para a capital, sua postura firme demonstra que, apesar do caos administrativo atual, Campo Grande ainda tem vozes dispostas a lutar pela verdade, pela justiça e pelo respeito que a população merece.

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