
A gestão de Adriane Lopes levou Campo Grande a uma queda vergonhosa no ranking nacional de qualidade de vida. A Capital Morena despencou da 14ª para a 41ª posição entre os 5.570 municípios brasileiros no IPS Brasil 2026, escancarando o fracasso administrativo de uma prefeitura incapaz de conter o avanço da exclusão social, da violência e da degradação urbana.
Apesar de ainda aparecer em 4º lugar entre as capitais, o dado mais importante é a queda brutal de 27 posições em apenas um ano. O resultado desmonta o discurso de eficiência vendido pela administração municipal e confirma aquilo que a população enfrenta diariamente nas ruas.
O Índice de Progresso Social mede qualidade de vida real. Mede acesso a direitos, segurança, inclusão social e condições dignas de vida. E foi justamente nesses pontos que Campo Grande afundou durante a gestão Adriane Lopes.
O pior indicador da cidade foi o de inclusão social, que caiu para 37,40. O crescimento desenfreado da população em situação de rua virou um dos retratos mais cruéis da atual administração. Basta andar pelo centro para encontrar praças ocupadas, famílias abandonadas e dependentes químicos espalhadosaos montes pelas calçadas.
A violência contra jovens e mulheres também aparece entre os pontos mais críticos do levantamento. Enquanto isso, a prefeitura segue acumulando críticas por falta de políticas públicas eficientes e incapacidade de enfrentar os problemas sociais que avançam em ritmo acelerado.
Os poucos índices positivos praticamente independem da gestão municipal. Água, saneamento, coleta de lixo, energia e internet continuam sustentando parte da pontuação da cidade graças a estruturas antigas e ao trabalho de terceiros, não por mérito direto da prefeitura.
O levantamento também reforça a sensação de abandono vivida pela população. Campo Grande enfrenta ruas esburacadas, crise na saúde pública, crescimento da insegurança e explosão da vulnerabilidade social, enquanto a administração municipal vive desconectada da realidade.
A queda no ranking é ainda mais grave porque Campo Grande possui estrutura econômica e urbana muito superior à maioria dos municípios brasileiros. Ou seja, a cidade caiu não por falta de potencial, mas por incompetência de gestão.
Nos últimos anos, a população viu aumentar os escândalos, as denúncias de má administração e a deterioração dos serviços públicos. Agora, os números oficiais confirmam que a piora deixou de ser apenas percepção popular e virou realidade estatística.
O IPS Brasil 2026 apenas colocou no papel aquilo que os campo-grandenses já sentem todos os dias. A qualidade de vida piorou, a exclusão social aumentou e a gestão Adriane Lopes transformou uma das capitais mais promissoras do país em símbolo de desgaste, abandono e retrocesso. Lamentável!