A banca não leva, deputado

Sessão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul voltou a ser palco de ataques infundados, obsessivos e oportunistas contra a gestão da Cassems.
Como sempre, o deputado João Henrique Catan, que parece confundir a ética da administração de empresas com as lições que aprendeu em casa. Afinal, não é segredo que a expressão “a banca sempre leva” pode soar familiar a quem carrega o sobrenome de um dos envolvidos na conhecida máfia dos caça-níqueis.
Mas não é assim que a banda toca, deputado.
Gerir uma instituição de saúde que cuida de mais de 200 mil vidas e administra os recursos dos servidores públicos do Estado é algo muito mais sério do que explorar uma maquininha de jogo.
Vamos aos fatos.
O deputado disparou acusações, afirmando que a Cassems teria “falsificado” um documento de garantia bancária em operação com o Sicredi ao inserir o Governo do Estado entre os intervenientes.
Contudo, o documento mostra claramente que o Estado anuiu à operação, ou seja, tomou ciência da celebração do contrato. Como não oferece garantias nem atua como fiador, não há obrigação de assinar o documento muito menos submetê-lo à ALEMS.
A acusação, portanto, é completamente infundada, como foi prontamente esclarecido em plenário pelo deputado Lídio Lopes.
Na sequência, o parlamentar insistiu em outro delírio: a venda de um imóvel pela Cassems por valor supostamente inferior ao de compra. Catan comparou terreno cru, sem qualquer infraestrutura, com outro lote dotado de asfalto, energia e rede de água.
Uma comparação tão equivocada quanto desonesta.
Em um país capitalista, deputado, preço se define pela lei da oferta e da procura, não por palpite de quem confunde microfone com propriedade privada.
Nenhuma irregularidade. Nenhuma falta de transparência.
O que existe é gestão responsável, capaz de buscar liquidez quando necessário para garantir o que mais importa: atendimento de qualidade e o plano de saúde mais eficiente e acessível de Mato Grosso do Sul.
A Cassems tem governança, compliance e contabilidade auditados pela KPMG, uma das maiores auditorias do mundo — que já apresentou relatório atestando a solidez da instituição.
E, mais do que isso: quase 90% dos beneficiários aprovam o serviço prestado pela Cassems, um índice que poucas instituições públicas ou privadas alcançam.
Por isso, deputado, fica o lembrete: administrar saúde é muito mais complexo do que administrar um boteco com uma maquininha de jogo.
Na Cassems, a banca não leva. Quem ganha é o servidor e a população de Mato Grosso do Sul.

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