Caos e calote

No Centro de Especialidades Médicas (CEM), o raio-x foi literalmente puxado da tomada porque a Prefeitura não cumpriu a parte básica do contrato com o fornecedor, que é pagar a conta. O caos, que já é rotina na saúde municipal, ganha novos contornos, já que nas UPAs apenas duas ou três ainda conseguem realizar exames de imagem. O resto da população que se vire, afinal, em Campo Grande, diagnóstico virou luxo, e saúde pública, peça de ficção.

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