
No IMPCG, parece que até o descanso ganhou seleção VIP: uns folgam, outros seguram o serviço e ainda ficam sem saber qual foi o critério. Segundo o documento, setores ficaram de fora e pedidos para também serem contemplados teriam sido negados.
E a cereja do bolo: não há critério oficial apresentado para explicar quem entra na folga e quem fica trabalhando.
Mas tem mais.
Segundo informações recebidas pelo jornal, servidores comissionados, contratados e chefias teriam sido incluídos em um grupo de WhatsApp chamado “Avante por CG”, relacionado à campanha de Lídio Lopes — tudo, naturalmente, na mais “livre e espontânea vontade”.
Uma coincidência curiosa para um ambiente onde alguns ganham folga e outros não.
Se existe regra para a folga, mostrem.
Se existe explicação para o grupo, expliquem.
Porque, quando falta transparência, até coincidência começa a cheirar a panela.
No IMPCG, alguns descansam da rotina. Outros descansam só da esperança de entender o critério.