E agora?

Justo quando um acidente aéreo exige uma resposta rápida e uma estrutura preparada, surge uma pergunta que incomoda: e a equipe aérea que poderia atender a ocorrência? Foi desmantelada.

Se isso realmente comprometeu a capacidade de resposta, alguém terá de explicar quem assumiu essa responsabilidade e por quê. Em momentos de crise, improviso custa caro, e a população espera eficiência, não justificativas.

Tomara que as respostas cheguem tão rápido quanto deveriam chegar os socorristas. Porque, quando vidas estão em jogo, decisões administrativas deixam de ser burocracia e passam a ter consequências muito reais.

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