A coisa só piora!

O contrato de R$ 1,2 milhão para a compra de livros em Itaporã, hoje no foco das investigações do GAECO, tramitou com parecer acompanhado pelo então presidente do TCE-MS, Flávio Kayatt. Agora, diante das apurações, cresce a cobrança por explicações: os mecanismos de controle falharam ou havia elementos que justificavam a aprovação? O contribuinte espera respostas, porque quando milhões de reais entram na mira de uma investigação, o silêncio institucional só aumenta as dúvidas.

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