O bolo ficou para poucos… ou para um só?

A disputa nos bastidores para definir quem comandaria os espaços de poder na SISEP foi intensa. Teve pressão, articulação, queda de braço e muita gente sonhando com uma fatia generosa do bolo. Mas, ao final, quem mostrou força foi Lídio Lopes.

O deputado venceu a batalha, emplacou seu homem de confiança, seu braço direito, seu fiel escudeiro no comando da estrutura e, pelo que se comenta nos corredores do poder, agora pretende administrar o bolo sem dividir a sobremesa.

Os aliados que ajudaram a empurrar o carrinho da campanha já começam a olhar de longe, segurando o prato vazio e tentando entender onde ficaram as promessas de partilha. Afinal, na política, quem ajuda a assar o bolo normalmente espera pelo menos um pedaço.

Mas pelo visto a mesa foi posta para poucos. Ou para um só.

A questão é que os derrotados raramente esquecem. E quem ficou sem fatia costuma voltar para a mesa disposto a cobrar a conta.

Aguardemos os próximos capítulos. Em política, quando a fome é grande e o bolo é milionário, dificilmente a história termina na primeira garfada.

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