
Atendimento na fronteira: Hospital Cassems fez mais de 1.600 cirurgias em 2025. (Foto: Divulgação).
No sábado, 1º de agosto. o Hospital Cassems, de Ponta Porã, fez 19 anos de funcionamento. A data propõe uma deferência especial por parte não só dos diretores e funcionários, mas sobretudo dos moradores de vários municípios brasileiros e paraguaios que compartilham divisas nesta populosa faixa de fronteira.

Segundo Ricardo Ayache, presidente da Caixa de Assistência dos Servidores (Cassems), desde a inauguração, este hospital cumpre papel essencial na descentralização da Medicina de alta qualidade em Mato Grosso do Sul.
“É mais um ano de dedicação à saúde suplementar e comunitária que esta unidade hospitalar mantém o seu compromisso com a excelência técnica, a modernização de infraestrutura e o atendimento humanizado na Princesinha dos Ervais”, enfatiza Ayache, referindo-se a Ponta Porã por seu tradicional epíteto.
Inaugurado com uma estrutura focada em pronto atendimento e procedimentos básicos, o hospital recebeu investimentos e transformou-se ao longo dos anos em um polo regional de saúde.
Assistência
As fichas de atendimento incluem beneficiários de Ponta Porã e de cidades próximas, entre as quais Amambai, Antônio João, Aral Moreira, Coronel Sapucaia e moradores da faixa de fronteira.
Além de realizar os procedimentos de alta complexidade em várias especialidades, conta com uma estrutura diferenciada. São 10 leitos de internação e de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), além de salas de repouso pós-anestésico e observação.
O centro cirúrgico tem salas equipadas para procedimentos de média e alta complexidade e uma gama de especialidades em Clínica Médica, Cirurgia Geral, Ortopedia, Pediatria, Ginecologia, entre outros.
O hospital oferece serviços de diagnósticos por imagem de ponta, como Tomografia Computadorizada, Mamografia e Raio-x, serviços de Hemodinâmica, Ecocardiograma e laboratório de análises clínicas 24 horas e acompanhamento clínico.
Só no ano passado a unidade realizou quase 37 mil atendimentos, entre urgência e emergência e atendimentos ambulatoriais.
Foram mais de 1.600 cirurgias e quase 2.300 internações. Neste ano, a média de atendimentos em consultas eletivas mensais supera 1.400 registros.