Governo de MS já deu início ao controle na emissão de gases

MS: Desenvolvimento com sustentabilidade é desafio estratégico e inegociável, cujas soluções estão sendo implementadas com políticas públicas inteligentes, social e cientificamente elaboradas.

Uma das principais ambições do governo de Mato Grosso do Sul é cumprir 100% o Programa Carbono Neutro até 2030.

Para o governador Eduardo Riedel (PP), o desenvolvimento com sustentabilidade é desafio estratégico e inegociável, cujas soluções estão sendo implementadas com políticas públicas inteligentes, social e cientificamente elaboradas, dentro das concepções dos fóruns mundiais e nacionais para o enfrentamento das mudanças climáticas.

Um desses fóruns é o Sistema Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul/Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (Codesul-BRDE), criado em 1961 pelo Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Mato Grosso do Sul entrou em 1992.

Riedel presidiu o colegiado até 2025, quando passou o cargo para o colega paranaense, Ratinho Jr (PSD).  No último dia (07/07), em Florianópolis (SC), aconteceu a segunda reunião do Grupo de Trabalho Interestadual sobre Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (GTABC+) da Comissão Permanente de Agricultura e Agronegócio. Riedel não participou, mas enviou técnicos da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, a Semadesc, para representá-lo.

Segundo a secretária de Articulação Nacional de Santa Catarina e do Codesul, Vânia Franco, os estados agora atuam de forma integrada na implementação de ações técnicas e institucionais voltadas à redução das emissões de gases de efeito estufa na agropecuária. “O mais importante a destacar é que o Grupo de Trabalho dedica-se aos projetos voltados à mitigação e à adaptação climática no setor agropecuário”, disse.

Reforço 

Riedel já consolidou iniciativas que servem de modelo e reforçam o plano de ações do Conselho. O Programa Carbono Neutro integra as atividades agropecuárias e industriais com a preservação ambiental. As ações incluem o Sistema Carbon Control. Lançado na COP 28, o sistema digital exige dos empreendimentos sujeitos ao licenciamento ambiental os inventários de emissões de Gases de Efeito Estufa.

De iniciativa própria ou articulado com outros estados, constam ainda o Consórcio Brasil Verde e os programas de Mudanças Climáticas (Proclima), Créditos de Carbono, Lei do Pantanal e projetos de REDD+ e Pagamento por Serviços Ambientais (PSA).

Parcerias com instituições, como o Instituto Homem Pantaneiro, certificam áreas de preservação, valorizando economicamente os serviços ambientais.

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