Fechar 12 postos de saúde e 2 CRSs em uma cidade já sufocada por filas, falta de médicos e abandono não é reorganização. É desespero administrativo travestido de gestão.

Enquanto a população madruga em busca de atendimento, a solução encontrada parece ser apagar a luz, fechar portas e empurrar o sofrimento para bairros ainda mais esquecidos.

A revolta cresce porque o povo sabe que quem depende do SUS não pode esperar discurso político. Precisa de médico, remédio e atendimento funcionando.

Campo Grande não aguenta mais pagar a conta da incompetência.

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