
Riedel: “Vamos continuar, este ritmo não vai arrefecer”. (Foto: Álvaro Rezende).
Ao falar aos empreendedores locais, reunidos na Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados), no sábado, 28/02, o governador Eduardo Riedel (PP) disse que o Estado hoje tem as condições para que a dinâmica do desenvolvimento resista às conjunturas mais desafiadoras.
Ao destacar o ambiente positivo para atrair investidores e negócios, ele frisou que o planejamento de programas e ações foi feito para atravessar ano a ano avançando com crescimento econômico, inclusão social e sustentabilidade.

A governança segue conceitos e diretrizes sólidas, que vem tendo respostas efetivas nas diversas áreas de gestão, observou. “Avançar é o resultado do trabalho eficiente na diversificação da produção, na atração do capital privado. Neste processo, bem construído, tem sido possível garantir empregos e oportunidades, melhorando a qualidade de vida do povo”, emendou.
“Criamos políticas públicas para atrair investimentos, gerar empregos, renda e oportunidades”. Salientou que as grandes empresas chegam para diversificar a economia, “que continua agro, no entanto agora também é industrial e de serviços”.

Em seguida, revelou que Mato Grosso do Sul está entre os três estados que mais crescem no Brasil, duas a três vezes a mais que a média nacional. “Vamos continuar, este ritmo não vai arrefecer, está posto para os próximos anos”.
Os vetores
O governador falou que o Estado segue três eixos importantes e da pauta econômica mundial: segurança alimentar, transição energética e sustentabilidade.
“Basicamente existe uma procura mundial por energia e alimento. Mato Grosso do Sul aproveita as oportunidades que abrem para nós nestes setores”, explicou.
As empresas e os investidores avaliam índices importantes na educação, na segurança, na infraestrutura e na logística, acrescentou.
“Fazemos nossa parte com programas e ações neste tripé social., usando 15% da receita corrente líquida em investimentos. Sem esquecer de quem mais precisa, mas sempre com o foco de mostrar a saída, tirar a pessoa daquela condição”, ressalvou.
Riedel comentou que a arrecadação teve perdas robustas com a queda na receita do gás natural boliviano, que já representou 23% da arrecadação e hoje está em 8%.
Este engasgo no percurso o fez adotar uma política de contenção de gastos, mas sem aumentar impostos.
O presidente da Associação Comercial, Everaldo Leite, reforçou o alcance do diálogo. “A Associação está cumprindo seu compromisso de criar pontes, não criar muros entre nós, este é o objetivo. Desta forma contribuímos para formarmos um Estado forte”.