O Consumidor News 473

Quatro anos após o estouro do maior escândalo de corrupção da história do TCE-MS, o que continua impune não é só a venda de sentenças, mas o próprio sistema de “fiscalização” que deveria zelar pelo dinheiro público. Três dos sete conselheiros ainda afastados, a Solurb — pivô do escândalo — segue milionária e blindada, e o julgamento no STJ, bem… segue aguardando um café quente e uma boa vontade que nunca chega. Enquanto isso, a corte que deveria ser guardiã da moralidade virou sinônimo de impunidade, silêncio cúmplice e luxo financiado pelo contribuinte.