O Consumidor News 473

O Judiciário de Mato Grosso do Sul resolveu sugeriu que a velocidade da Justiça depende de um reforço de R$ 67 milhões por ano na folha de pagamento, valor que nasce da criação de 160 cargos efetivos e da generosa abertura de até 300 cargos em comissão, como se mais de 556 mil processos parados aguardassem não organização, gestão ou eficiência, mas a multiplicação de cadeiras, contracheques e estruturas, deixando para o cidadão a mensagem pouco sutil de que sentença rápida é bônus condicionado a expansão administrativa e que o direito constitucional à duração razoável do processo só entra em vigor depois de devidamente aprovado no orçamento.