Saúde não se corta

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Quando a caneta do Executivo tenta cortar plantões do SUS como se fossem supérfluos, o freio institucional aparece onde menos se espera e lembra que nem tudo passa no plantão do improviso. O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, Dorival Renato Pavan, manteve de pé o decreto da Câmara Municipal de Campo Grande que barrou a redução da produtividade de médicos e enfermeiros, negando a investida da prefeita Adriane Lopes. Ao registrar que a Câmara “andou bem” e lembrar o papel deliberativo do Conselho Municipal de Saúde, a decisão traduziu o óbvio, que saúde pública não se governa no escuro nem à revelia da sociedade.

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