Remédio em falta, respeito também

Em Campo Grande, nem o desespero anda de graça. Um cidadão procurou o Jornal O Consumidor News para relatar o drama de ir até o Centro de Especialidades Médicas (CEM), pagar R$ 30 de transporte porque já não consegue mais caminhar, e descobrir que o remédio que precisava — Diosmina/Flavonóide 450mg — simplesmente não tem. A saúde pública da Capital virou loteria: o paciente sofre, gasta o que não tem e volta pra casa de mãos abanando. Enquanto isso, a gestão se contenta com discurso e pose, porque solução mesmo… essa está tão em falta quanto o medicamento.

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