O Consumidor News 473

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul resolveu mostrar que sabe fazer contas, mas não exatamente com economia. Dispensou licitação e vai pagar R$ 1,1 milhão à Fundação Getúlio Vargas para organizar um concurso de cartórios que, até agora, não tem nem edital divulgado. A justificativa? A FGV é “sem fins lucrativos”, embora o lucro disfarçado em caráter “técnico-científico” continue pingando generosamente nos cofres das bancas. Com previsão de 3 mil inscritos, o valor do contrato beira os R$ 370 por cabeça, sem que ninguém saiba quantas vagas estão em jogo. No TJMS, a transparência custa caro e chega sempre depois da fatura.