
Rose Modesto dá voz ao sentimento de milhares de campo-grandenses ao tratar de mais um capítulo do caos instaurado na saúde pública da Capital. Com lucidez e firmeza, ela questiona um modelo de gestão que prefere alugar viaturas do Samu enquanto ambulâncias novinhas acumulam poeira no pátio há cinco meses. Enquanto faltam medicamentos nos postos, repasses para hospitais estão em atraso e até ordem judicial é descumprida, a atual administração insiste em priorizar contratos que não resolvem o problema da população. Rose não critica pessoas, critica a lógica distorcida de um sistema que virou as costas para a vida dos cidadãos. E faz isso com coragem, apontando o que precisa ser enfrentado: uma gestão que precisa urgentemente lembrar que saúde não é gasto, é prioridade.