O Consumidor News 473

Em pleno colapso da saúde pública, a prefeita Adriane Lopes decidiu que o problema não é a falta de remédios, de médicos ou de estrutura, mas o “excesso” que os profissionais recebem para trabalhar quando todo mundo descansa. O novo decreto reduz em 10% os valores pagos aos servidores da saúde e corta pela metade o adicional dos plantões de Natal e Ano Novo, sem explicação e sem empatia. É a matemática cruel da atual gestão: enquanto o salário dos servidores despenca, os contratos milionários da prefeitura continuam subindo. Campo Grande chega ao fim do ano com menos dinheiro no bolso de quem salva vidas e mais luz piscando nas ruas para disfarçar a escuridão na saúde.