Prefeita ensaia ataque e volta atrás para não sair vaiada

Depois de tentar arrancar direitos de professores temporários com o corte da gratificação e a ameaça de demissão de quem adoece por mais de 15 dias, Adriane Lopes preferiu recuar para não carregar mais um desgaste político. A mesma prefeita que se apresenta como evangélica achou razoável punir trabalhadores que estudaram anos para conquistar especialização, mestrado e doutorado, e ainda queria transformar doença em motivo de demissão. Só depois da pressão de educadores e da sociedade resolveu devolver o que nunca deveria ter tirado, numa encenação típica de quem governa testando até onde a população aguenta o retrocesso.

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