Parquímetro do calote

O Tribunal de Justiça reabriu a novela dos créditos do Flexpark e colocou a Prefeitura contra a parede para garantir o direito de milhares de motoristas que deixaram R$ 3,5 milhões parados no sistema, dinheiro que sumiu junto com a concessionária e que agora precisa ser honrado pela próxima empresa. Enquanto o MP tenta salvar os consumidores do prejuízo, a gestão Adriane Lopes faz cara de paisagem e corre para ampliar as vagas e cobrar mais caro, como se o problema não fosse a falta de transparência, mas sim a pressa em manter a indústria da tarifa funcionando a todo custo.

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