
O vereador Maicon Nogueira ultrapassou a linha do aceitável e entrou, de vez, no território do desgaste irreversível. Suas aparições têm sido marcadas por explosões, destempero e uma arrogância que já não impressiona — apenas expõe. Não é mais postura firme. É descontrole.
Na tribuna, grita. Nos bastidores, incomoda. E na percepção pública, derrete.
A política tem uma regra silenciosa, mas implacável: quem perde a medida, perde o respeito. E quando a soberba ocupa o lugar da lucidez, o fim costuma ser rápido — e barulhento.
Nos corredores, o comentário é uníssono: não é questão de “se”, é de “quando”.
Porque o nocaute já foi armado.
E dessa vez, vereador, não vem de adversário. Vem do acúmulo de erros, da rejeição crescente e de uma imagem que se desfaz a cada sessão.