Nomeação que levanta sobrancelhas

A escolha de Rudi Fiorese para a Secretaria de Obras de Mato Grosso do Sul chegou cercada de silêncio oficial e barulho nos bastidores. Pouca gente conseguiu explicar, de forma clara, quais critérios pesaram para colocá-lo em uma das pastas mais sensíveis da administração pública — justamente aquela por onde passam obras milionárias, contratos pesados e decisões que mexem diretamente com o dinheiro do contribuinte.

Nos corredores da política, a pergunta que circula é simples e direta: quem realmente pediu essa nomeação?
A resposta, dizem alguns, não está no Diário Oficial.

Fontes que acompanham os movimentos da engenharia política no Estado afirmam que a indicação teria partido de uma figura conhecida nos bastidores de antigos esquemas, alguém que prefere agir longe dos holofotes, mas que continua exercendo influência onde realmente importa.

Oficialmente, ninguém confirma. Extraoficialmente, muita gente cochicha.

Em política, certas escolhas nunca são apenas administrativas. Às vezes são recados, às vezes acordos, e em alguns casos podem ser apostas arriscadas.

O tempo — e os contratos que vierem pela frente — dirão se essa nomeação foi apenas uma decisão técnica ou mais um capítulo das velhas engrenagens que insistem em girar nos bastidores do poder.

Voltaremos. 🕵️‍♂️

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