No fio da navalha

A prefeita Adriane Lopes caminha no fio da navalha. Cada passo mal calculado aprofunda o corte. O aumento do IPTU, a taxa do lixo e a insistência em decisões impopulares transformaram o equilíbrio político em risco permanente.

O problema não é tropeçar — é insistir em avançar ignorando os sinais. Quando o governo sangra, não é por acaso. É consequência.

A gestão agora enfrenta o próprio limite: ou recua e recompõe a relação com a cidade, ou continua sangrando em praça pública, sob o olhar atento de uma população cansada.

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