No Detran-MS, a sujeira parece não estar no chão. Sem licitação, o órgão fechou contrato de R$ 4,9 milhões para serviços de limpeza por um ano, atendendo sede e unidades espalhadas pelo Estado.

Tudo dentro da “contratação direta”, aquele caminho onde a concorrência fica do lado de fora olhando pela janela.

Enquanto o contribuinte paga a conta, sobra a dúvida que insiste em não sair com pano e rodo: se havia tanta urgência assim, por que não planejaram antes? No serviço público, quando falta disputa, sempre aparece quem ganhe fácil… e quem pague caro.

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