O Consumidor News 473

Subordinada diretamente à prefeita, a Agetran decidiu interceder para livrar Adriane Lopes de duas infrações de trânsito cometidas por ela mesma: avanço de sinal vermelho e circulação indevida no corredor de ônibus. Mesmo com o prazo legal de 30 dias já vencido, o órgão municipal apelou à Justiça para transferir os pontos da carteira da prefeita para um suposto motorista, alegando que “na esfera jurídica” ainda é possível fazer a indicação. Tudo isso em nome de uma suposta “fartura de jurisprudência”. Com um procurador-chefe e uma assessora jurídica assinando a petição, a Agetran dá sinais de que, em Campo Grande, até a lei de trânsito pode ser interpretada com jeitinho, pelo menos quando se trata da prefeita.