O Consumidor News 473

Depois das poltronas de luxo, agora é a vez dos móveis e eletrodomésticos, sendo que para eles, o MPMS reservou mais de R$ 157 mil para equipar suas repartições, como se estivesse montando uma filial de loja de decoração com dinheiro público. A cada edição do Diário Oficial, o cardápio de aquisições vai de sofisticação em poltronas a praticidade em eletroportáteis, sempre embalado no discurso da “necessidade administrativa”. Já a transparência do órgão segue zerada e a população continua sem saber quanto realmente custa sustentar um Ministério Público que parece mais preocupado em mobiliar escritórios de luxo do que em fiscalizar quem de fato precisa ser vigiado.