Mesa viciada no Paço

Dizem que jogo com secretário da prefeita Adriane Lopes virou maldição em Campo Grande, porque se antes havia um que bebia, fumava, cheirava e jogava, agora surge outro seguindo a tradição nada honrosa, expulso da mesa de poker após torrar R$ 45 mil e voltar chorando mais pela abstinência do baralho do que pela dívida, numa gestão em que o azar não está nas cartas, mas na repetição do roteiro, sempre com figuras do primeiro escalão misturando poder público com vício privado e deixando a cidade pagar a conta enquanto a roleta gira nos bastidores.

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