Fiscalizar virou caso de polícia.

Os mesmos conselheiros do TCE-MS pagos para vigiar o dinheiro público agora sentam no banco dos réus por um rombo de R$ 106 milhões.
Quando quem deveria controlar passa a integrar o problema, o tribunal perde a moral — e o cidadão paga a conta.

O escândalo não é só financeiro. É institucional.
Porque quando o fiscal falha, o sistema inteiro apodrece.

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