O Consumidor News 473

Sob o discurso de progresso e obras, a gestão de Adriane Lopes empurra Campo Grande para um empréstimo de mais de R$ 624 milhões enquanto admite nos bastidores que a cidade só não afunda se cortar gastos e apertar ainda mais a vida da população. Com nota baixa de capacidade de pagamento e dependente do aval federal, a prefeitura aceita um plano de ajuste fiscal duro, com travas em despesas e medidas impopulares, transferindo para o cidadão o preço de uma administração que perdeu o controle das contas. O risco é claro e alarmante, ou o ajuste sacrifica serviços e direitos, ou o município fica engessado por anos, pagando a conta de decisões que não dialogam com a realidade de quem já vive no limite.