Ausentes da causa que defendem

Parece que combater o feminicídio é importante, mas não a ponto de interromper a rotina do cafezinho e do despacho. Mesmo com curso gratuito, on-line e de apenas nove horas, 61 membros do Ministério Público de Mato Grosso do Sul acharam que já sabiam o suficiente sobre o tema. A recomendação do próprio procurador-geral virou, ao que tudo indica, sugestão de leitura opcional. Fica o constrangimento de ver quem deveria ser o exemplo na linha de frente contra a violência de gênero desistindo até da aula virtual.

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