ÁGUAS GUARIROBA: A CONTA NÃO PARA DE SUBIR — E A PACIÊNCIA DO POVO ACABOU

Tem algo muito errado quando abrir a torneira dói mais no bolso do que abastecer o carro. A cada mês, a conta da Águas Guariroba chega mais “turbinada”, mais salgada, mais difícil de engolir. E o consumidor? Esse que se vire.

Campo Grande trabalha, paga imposto, aperta o cinto… mas a fatura da água parece viver em outro planeta. Reajustes sucessivos, cobranças que ninguém entende direito e uma sensação cada vez maior de que o cidadão está sendo tratado apenas como número.

Água é necessidade básica, não produto de luxo. Não é possível que um serviço essencial esteja se tornando motivo de revolta popular. O povo já paga caro por tudo: combustível, mercado, energia. Agora precisa escolher entre encher o carrinho ou pagar a conta da torneira?

E onde está a fiscalização? Onde estão as autoridades que deveriam defender o consumidor? Porque a impressão nas ruas é clara: o contribuinte está sozinho nessa briga.

A cidade está cansada.
O povo não aguenta mais.
E quando a indignação transborda, não tem hidrômetro que segure.

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