
A prefeita Adriane Lopes, já conhecida pela impopularidade recorde e pelas vaias que a acompanham em eventos públicos, resolveu transformar coletiva de imprensa em reunião privada e impor censura seletiva a repórteres que não aplaudem sua gestão, proibindo a presença de veículos críticos e adotando um comportamento incompatível com qualquer noção de democracia, transparência ou espírito público, numa tentativa mal disfarçada de silenciar perguntas incômodas e controlar a narrativa em meio à crise do transporte coletivo, como se calar jornalistas fosse solução administrativa e não apenas mais um sintoma de uma gestão acuada, autoritária e cada vez mais distante do básico respeito à liberdade de imprensa e ao direito da sociedade de ser informada.