O Consumidor News 473

Em eventos oficiais do governo, uma certa esposa de um certo presidente parece ter assumido um cargo que não existe — ao menos na Constituição. Circula com postura de primeira-dama absoluta, monopoliza atenções, ocupa espaços e age como se o poder tivesse sido transferido por osmose.
Não foi eleita, não responde a críticas e não presta contas, mas se comporta como protagonista. O problema não é presença. É excesso de ego. O poder, quando sobe à cabeça, não pede licença — e às vezes nem mandato.
No fim, fica a dúvida: trata-se de apoio institucional ou de vaidade institucionalizada?