A fatura do Auxílio chega em MS e separa necessidade de oportunismo

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social vai cobrar R$ 6,87 milhões de 2.665 pessoas que receberam o Auxílio Emergencial sem cumprir as regras; ficam fora da mira os vulneráveis do Bolsa Família e do CadÚnico, quem recebeu menos de R$ 1,8 mil, quem tem renda familiar per capita de até dois salários mínimos ou renda mensal de até três salários mínimos. A devolução mira os espertos da vez, com vínculo de emprego formal, recebimento de benefício previdenciário, renda acima do limite legal ou outras inconsistências que indicam pagamento indevido. As notificações chegarão por SMS, WhatsApp, e-mail e pelo aplicativo Notifica, com prioridade para quem tem maior capacidade de pagamento e valores mais altos a devolver, conforme o art. 7º do Decreto 10.990 de 2022. Moral da história, a solidariedade foi para quem precisava; a fatura agora é de quem tentou se dar bem.

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