Riedel leva ampla vantagem em todos os cenários das pesquisas

Na segunda pesquisa sobre as intenções de voto realizada pela Quaest e divulgada na sexta-feira (25/09), a radiografia do momento demonstrou que nos diversos cenários (gênero, renda, escolaridade, religião e posições políticas) o governador Eduardo Riedel (PP) entrou na semana anterior à eleição com sua ampla vantagem cristalizada.

Neste levantamento, o instituto considerou os candidatos com 5% ou mais na pesquisa estimulada do primeiro turno.

Delcídio: suas intenções de voto não saem de um dígito. (Foto: Redes Sociais).

Riedel tem 51%, pontuação quatro vezes superior à de Fábio Trad (PT), que aparece com 12%. Delcídio Amaral (PRD) tem 6%, João Henrique Catan (Novo) alcançou 3%, e Jeferson Bezerra (Agir) 2%. Lucien Rezende e Economista Renato Gomes (DC) têm 1% cada e Daniel Lemes (PCO) não foi citado. Com estes números, se a eleição fosse hoje Riedel estaria reeleito, não havendo necessidade de segundo turno.

Encomendada pela TV Morena, a Quaest entrevistou 804 eleitores e eleitoras sul-mato-grossenses entre os dias 21 e 24 deste mês. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança 95%.

Os números de registro na Justiça Eleitoral são estes: TSE-MS-09580/2026 e BR-04113/2026.

Riedel: na reta final com o apoio majoritário dos eleitores. Fábio: uma semana para tentar façanha do segundo turno. (Foto: Divulgação).

Avaliações 

O principal indicador da vantagem de Riedel está nas avaliações positivas sobre seu governo, com altas pontuações. Segundo a Quaest, o governo de Riedel é aprovado por 73% da população, enquanto 10% desaprovam e 17% não sabem ou não responderam.

Na avaliação, 54% classificam o governo positivo, ao passo que 31% o classificam regular e 7% carimbam como negativo.

Os pesquisadores perguntaram se Eduardo Riedel merece ser reeleito. O “sim” foi a resposta de 73% dos entrevistados e 16% disseram “não”. Já 11% não sabem ou não responderam.

A Quaest perguntou aos eleitores qual é o principal problema do Estado. O mais citado foi a saúde, com 44%. Para 15% é a infraestrutura, enquanto 6% apontam a economia, 9% a violência e 2% afirmaram que o Estado não tem problema. Não responderam ou não sabem 7%.

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