
Carlos Alberto de Assis: organização para garantir agendas de trabalho e campanha. (Foto: Redes Sociais).
Sem descuidar de seus compromissos na presidência da Agems (Agência de Regulação dos Serviços Públicos), Carlos Alberto de Assis cumpriu um significativo papel na vitória do governador Eduardo Riedel (PP).
Nos dias úteis, depois de atender às demandas da agência – cujo modelo organizacional e administrativo permite ajustar o uso do tempo e otimizá-lo na atenção ao serviço público -, Assis dedicou-se à campanha que resultou na reeleição do governador Eduardo Riedel (PP) e na vitória dos candidatos ao Senado, Reinaldo Azambuja e Capitão Contar (PL).
As tarefas de campanha que liderou e participou incluíram desde reuniões segmentadas a mobilizações de rua e articulação com líderes da sociedade civil, sobretudo nos setores empresariais, esportivos, culturais e comunitários.
Para ele, a importância de uma campanha eleitoral pode ser traduzida pela responsabilidade de cada um em fazer a sua parte na construção de uma sociedade justa e um estado próspero e que ofereça oportunidades a todas as pessoas.
Enquanto a campanha se desenrolava, a Agems instituiu medidas de modernização operacional e funcional para melhorar os sistemas de execução de serviços internos e externos.
A Portaria Agems 341, por exemplo, estabelece diretrizes de publicidade de decisões regulatórias e reuniões deliberativas, definindo os procedimentos para facilitar o acesso público às informações produzidas na atividade regulatória da autarquia.
Eficiência
Outra medida assinada por Assis criou o Comitê de Aplicação do Modelo de Governança e Gestão Pública, por meio da Portaria Agems nº 342, publicada no dia 14 de setembro. Ela trata de um sistema orientado para resultados em inovação, transparência e eficiência operacional na regulação e fiscalização de serviços públicos. O foco é a otimização de tempo, que se obtém com a modernização de serviços, clareza nos papéis e capacidade resolutiva nas atribuições de cada setor.
A Agems também empenhou-se a fundo na articulação dos agentes de representação pública e sociedade civil com vistas ao enfrentamento da crise climáticas e dos eventos extremos, previstos para o final de 2026 e início de 2027, quando o fenômeno El Niño chegar ao seu pico nesta região do Brasil. O presidente da Agems afiança que Mato Grosso do Sul está preparado e desaconselha qualquer tipo de alarmismo.